O nordeste era nosso destino desta vez, fomos para cidade da nossa avó, mas já sabíamos, era tudo provisório.
Meu pai tinha um chamado para cuidar de igrejas, não demorou muito ele já estava indo para seu primeiro trabalho como pastor.
Fomos morar numa praia, um povoado chegamos de madrugada, lembro do jipe atolado na areia, a maré subindo, corremos perigo , pois o motorista não sabia, que tinha que passar com a maré baixando, por pouco não fomos arrastado para dentro do mar, mas chegamos em paz.
Moramos ali por mais de um ano, foi bom um tempo muito bom, não estudamos naquele período, era uma liberdade, andar na praia, tomar banho nas vária lagoas, correr nos morros de areia, pular corda, apanhar lenha, comer goiabas e outras frutas da região escalando as árvores, ir as casas de farinha, tudo era novo .
De dia fabricávamos casa de palha de coqueiros para brincar , nas noite claras brincávamos até tarde, nas escuras também, fazíamos fogueira com as quengas de coco, formando um clarão que durava horas, quando não tinha culto era só diversão.
A alimentação era praticamente peixe e farinha, e outros produtos da região, e quanta variedade de pesca , sempre tinha novidades , lembro o nome da maioria das espécies.
Era como um sonho que logo acabou, e já estávamos partindo novamente.
Era como um sonho que logo acabou, e já estávamos partindo novamente.
"Era como um sonho que logo acabou, e já estávamos partindo novamente."
ResponderExcluirestou gostando de ti ler.
Obrigada Regina,fico feliz por gostar, voltarei em breve a escrever.
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